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PEMA11: Relatório Mensal – Julho 2026

Esta é uma análise do Relatório Mensal – Julho 2026 do FII PEMA11 (PERFORMA REAL ESTATE FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – RESPONSABILIDADE LIMITADA), com base no documento oficial protocolado pela administradora na B3/CVM. Para ver todos os indicadores completos e o histórico de rendimentos, confira a página do PEMA11.

Destaques do mês — PEMA11

  • O fundo PEMA11 distribuiu R$0,5253 por cota em julho de 2026.
  • O patrimônio líquido do fundo é de R$31.322.313, com valor patrimonial por cota de R$56,743.
  • O total de ativos do fundo foi avaliado em R$128.270.603,03.
  • A distribuição geográfica dos bens retomados indica uma concentração na região Nordeste, com 21 imóveis contabilizados nessa área.
  • O saldo em caixa no final de julho foi de R$3.179.511.

Composição da carteira — PEMA11

A carteira do fundo é composta principalmente por cotas subordinadas de CRIs, com ativos totalizando R$128.270.603,03. Dentre os CRIs, a maioria é indexada pelo IGP-M, demonstrando uma concentração por tipo de indexador. Os ativos estão diversificados em diferentes regiões do Brasil, com uma forte presença no Nordeste, e incluem uma quantidade significativa de imóveis com diferentes regimes de pagamento, predominando os exclusivos.

Perspectivas do gestor — PEMA11

O gestor destaca que o fundo continuará a monitorar a situação dos recebíveis, especialmente os que apresentaram atraso, mantendo uma estratégia de não realizar reinvestimentos e priorizando a distribuição integral aos cotistas. Ele também menciona a importância de ajustes no valor dos bens retomados, considerando as condições de mercado e a recuperação potencial desses ativos.

O que isso significa para o investidor — PEMA11

A distribuição de R$0,5253 por cota em julho, junto ao valor patrimonial de R$56,743, indica um rendimento que dependerá da performance dos CRIs em carteira, especialmente em relação aos atrasos na recuperação. O caixa disponível de R$3.179.511 pode proporcionar liquidez ao fundo, mas é importante observar que a estratégia de não reinvestir os valores recebidos pode impactar a continuidade do fluxo de distribuição se a recuperação dos ativos se mostrar insuficiente.

Além disso, a concentração de 21 imóveis na região Nordeste, somado ao valor de avaliação dos bens retomados, sugere que as perspectivas do fundo estão fortemente ligadas à capacidade de recuperação dos ativos. O gestor está atento aos riscos associados a atrasos nos pagamentos dos recebíveis, que podem afetar a rentabilidade e a distribuição futura aos cotistas.

Glossário

  • CRI: Certificado de Recebíveis Imobiliários, um título que representa a promessa de pagamento com lastro em recebíveis imobiliários.
  • IGP-M: Índice Geral de Preços do Mercado, utilizado como indexador para contratos e dívidas, refletindo a inflação brasileira.
  • Valor Patrimonial: Valor total dos ativos do fundo menos os passivos, dividido pelo número de cotas, indicando o valor por cota.
  • Distribuição: Valor pago aos cotistas referente aos rendimentos do fundo, proporcional ao número de cotas que cada investidor possui.

Fonte

A análise acima foi elaborada com apoio de inteligência artificial, a partir da leitura do relatório gerencial oficial, divulgado pela BRL TRUST DTVM S.A., protocolado publicamente na B3/CVM. Veja o relatório completo em PDF.

Este texto tem caráter exclusivamente informativo e educativo — não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de nenhum ativo. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

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