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FLCR11: Relatório Gerencial

Esta é uma análise do Relatório Gerencial do FII FLCR11 (FARIA LIMA CAPITAL RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS I – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LI), com base no documento oficial protocolado na B3/CVM. Para ver todos os indicadores completos e o histórico de rendimentos, confira a página do FLCR11.

Destaques do mês — FLCR11

  • O FLCR11 encerrou julho com 88,3% de alocação, apresentando uma redução em relação aos 89,5% de junho.
  • No dia 14 de julho, foi distribuído um rendimento de R$1,05 por cota, refletindo um dividend yield de 1,12% no mês.
  • O patrimônio líquido do fundo é de R$70.224.897,16, com valor patrimonial da cota em R$93,40.
  • Os CRI do fundo possuem uma taxa média ponderada de IPCA+10,5% a.a., com duration de 2,3 anos.
  • O número de cotistas diminuiu para 2.618 em julho, com a maioria deles possuindo até 100 cotas.

Composição da carteira — FLCR11

A alocação do patrimônio do FLCR11 é composta por 78,5% em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), totalizando R$56,5 milhões, e 9,8% em cotas de outros fundos imobiliários, equivalente a R$7,1 milhões. O restante, 11,7% em caixa, permanece alocado em um fundo que investe exclusivamente em títulos do Tesouro Nacional. A carteira de CRI é diversificada em termos de indexadores, com 74,4% dos ativos atrelados ao IPCA e 4,1% ao CDI.

Perspectivas do gestor — FLCR11

O gestor destaca que o fundo continuará monitorando os indicadores econômicos e de mercado para otimizar a alocação de ativos. Ele menciona que a diversificação em diferentes indexadores reduz o risco da carteira e que as perspectivas de rentabilidade são sustentadas pela qualidade dos ativos. No entanto, alertou sobre a necessidade de estar atento às condições macroeconômicas que possam impactar o setor imobiliário e a performance dos CRI.

O que isso significa para o investidor — FLCR11

A alocação em CRI representa a maior parte do patrimônio do fundo, com 78,5% dos ativos, e a taxa média ponderada de rentabilidade vinculada ao IPCA e CDI sugere uma mitigação de risco em relação às flutuações de mercado. O valor patrimonial da cota em R$93,40 indica que a cota negocia com um leve prêmio em relação ao mercado, que é de R$94,02. Ao longo do último ano, o retorno total alcançado pelos investidores foi de 111,4% em comparação com uma aplicação em CDI, o que pode ser considerado um indicativo do desempenho competitivo do fundo.

Com uma duration média de 2,3 anos, a carteira possui um perfil de risco moderado, uma vez que a exposição a mudanças nas taxas de juros poderá influenciar as receitas futuras. Os custos operacionais e a conformidade com a tributação permanecem como fatores relevantes a serem considerados pelos cotistas na análise do desempenho e da liquidez do FII.

Glossário

  • CRI: Certificado de Recebíveis Imobiliários, um título de crédito que representa um direito creditório oriundo de operações de crédito imobiliário.
  • Dividend Yield: Indicador que mede a rentabilidade de um ativo em relação aos proventos distribuídos ao longo de um período.
  • Duration: Medida que indica a sensibilidade do preço de um ativo a mudanças nas taxas de juros, levando em consideração o tempo até o vencimento.
  • Patrimônio Líquido: Total de ativos que um fundo possui, subtraído suas obrigações e dívidas.

Fonte

A análise acima foi elaborada com apoio de inteligência artificial, a partir da leitura do documento oficial, divulgado pela BRL TRUST DTVM S.A., protocolado publicamente na B3/CVM. Veja o documento completo em PDF.

Este texto tem caráter exclusivamente informativo e educativo — não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de nenhum ativo. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

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