Mercado financeiro hoje: escalada da guerra no Oriente Médio preocupa

O Gestor

Faixa de Gaza, Oriente Médio. Foto: MAHMUD HAMS/AGENCE FRANCE PRESSE/Estadão Conteúdo

Atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio, os mercados internacionais também se voltam nesta semana para a temporada de balanços nos Estados Unidos, como BofA, Morgan Stanley e Netflix, e a uma série de indicadores, como o PIB da China, produção e vendas no varejo da economia chinesa e também dos EUA, além do Livro Bege.

No Brasil, o Congresso vota entre amanhã e quarta-feira o projeto de lei sobre a taxação de fundos de alta renda (exclusivos e offshore). O Projeto de Lei tramita em urgência constitucional e passou a trancar a pauta do plenário desde o dia 13.

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Conflito, Europa e China

Os sinais são mistos no exterior, com petróleo e bolsas sem direção única e investidores buscando algum fôlego para começar a semana ao mesmo tempo em que aumenta a preocupação com a guerra no Oriente Médio. Israel ameaça entrar na Faixa de Gaza e o Irã alertou que, se isso acontecer, a guerra pode se expandir para outras partes do Oriente Médio se a milícia libanesa Hezbollah se juntar à batalha, e isso faria Israel sofrer “um enorme terremoto”.

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse no sábado que as “próximas decisões vão garantir que as taxas vão estar em níveis suficientemente restritivos o tempo que for necessário para trazer a inflação de forma sustentável para 2%”.

Na China, o PBoC, o Banco Central chinês, deixou seu juro de médio prazo inalterado em 2,5%, sinalizando que suas principais taxas de referência ficarão igualmente intocadas nos próximos dias.

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Taxação de fundos de alta renda

A falta de força no exterior pode limitar o apetite a risco por ativos domésticos, embora o sinal positivo que prevalece no mercado futuro em NY possa dar algum ânimo local.

No radar fica a votação do projeto de lei sobre a taxação de fundos de alta renda. A taxação dos fundos faz parte do pacote do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para aumentar a arrecadação e, dessa forma, atingir a meta de zerar o déficit das contas públicas no ano que vem. O tema já tem consenso, mas o relatório final deve passar ainda por alguns ajustes técnicos, que não alteram a essência do projeto.

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*Agência Estado

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