Haddad adverte França sobre tentativa de atrasar acordo Mercosul–UE

Haddad adverte França sobre tentativa de atrasar acordo Mercosul–UE

Uma casual tentativa da França de atrasar o fecho da novidade tradução do acordo entre o Mercosul e a Adjecção Europeia (UE) pode possuir consequências trágicas, disse nesta segunda-feira (18) o ministro da Quinta, Fernando Haddad, em peregrinação a Novidade York. Segundo o ministro, o acordo precisa ser ocluso até dezembro porque a sobrevivência do conjunto sul-americano depende do produto das eleições na Argentina.

“O presidente Lula está insistindo com a Europa para que a gente feche o acordo ainda este ano. Não sei o que será do Mercosul se o acordo não estiver fechado e tivermos um resultado ‘exótico’ nas eleições na Argentina. Um país como a França tem de prestar atenção às consequências de um atraso”, declarou o ministro durante quadro “A Economia Brasileira Rumo à Transformação Ecológica”, promovido pela Universidade de Columbia, em Novidade York.

Segundo o ministro, o fecho do acordo é essencial porque a geração de uma novidade zona de livre-comércio deslocaria “o centro de gravidade” da economia global.

Estados Unidos

Mais cedo, em outro facto, Haddad disse que o Brasil pode adoptar a madre energética virente para buscar singular status privilegiado nas negociações bilaterais com os Estados Unidos, mesmo o região jamais tendo acordo de livre-comércio com o região norte-americano. Segundo ele, o assunto será debatido na associação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden na próxima quarta-feira (20).

“Estamos um pouco amarrados em torno de conceitos que às vezes não se adequam à situação particular de Brasil e Estados Unidos. Não temos acordo de livre comércio com os Estados Unidos, mas não é por isso que não podemos ter um status privilegiado nas negociações bilaterais, pelo fato de estamos no mesmo continente, termos valores comuns históricos e culturais”, declarou Haddad no facto “Transformação Ecológica e Econômica no Brasil e na Amazônia”.

Entre os valores que o Brasil e os Estados Unidos podem averiguar conjuntamente, disse Haddad, está a agenda virente. O ministro afirmou que os consumidores norte-americanos consomem muitas mercadorias produzidas no México, que jamais tem uma madre energética em tal grau limpa porquê a do Brasil. Segundo Haddad, o administração norte-americano está interessado em minguar a “pegada de carbono” dos consumidores da maior economia do astro.

“Não podemos deixar uma potência como os Estados Unidos de costas para o Brasil, quando a eles interessa uma aproximação e a nós também. O Brasil está com uma legislação absolutamente adequada. Nós podemos tanto exportar essa energia limpa para países dependentes de combustível fóssil, como usar internamente para produzir manufatura verde”, declarou o ministro

Durante a tarde, Haddad teve uma associação bilateral com o expedido presidencial do Gestão dos Estados Unidos para o Clima, John Kerry. O abalroação foi pessoal, contudo Haddad e Kerry participaram do facto ulterior, promovido pela Universidade de Harvard.

Amazônia

Durante o quadro da Universidade de Columbia, o ministro igualmente disse que a cândido do administração brasílico de zerar o desmatamento na Amazônia até 2030 pode ser alcançada. “Temos o compromisso de zerar esse desmatamento até 2030. Eu penso que é factível. Não vejo dificuldade em cumprir a meta de desmatamento [zero], o governo está engajado nisso”, destacou o ministro.

Apesar de a preservação da Bosque Amazônica ser singular objetivo meão do administração, Haddad disse que o assunto se insere incluído da mutação ecológica que o Brasil quer originar. “Temos enorme potencial de aumentar produção de energia limpa para consumo interno, exportação e para manufaturar produtos verdes”, declarou. Segundo Haddad, a reorganização tributária contribuirá para a delegação do região para uma economia mais virente e sustentável.

G20

Em catálogo à presidência brasileira no G20, bando das 20 avós economias do astro, o ministro afirmou que o Brasil usará o procuração para utilizar discussões importantes, porquê o endividamento dos países e os juros altos na maioria do astro. “Temos condições de oferecer possibilidades de discussão de temas relevantes. Vamos tentar encontrar soluções para os problemas da maioria dos países, como a questão do endividamento e dos juros altos”, afirmou.

Em catálogo ao amplificação de gastos públicos por nascimento da batalha entre Rússia e Ucrânia, Haddad disse que os governos precisam prestar afabilidade aos mais pobres em turno de gastarem com armamentos. “O mundo precisa de atitudes mais generosas. É um show de desperdício diante de tanta miséria”, completou.

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Com informações daAgência Brasil

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