Contas externas devem ter déficit de US$ 36 bilhões

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Contas externas devem ter déficit de US$ 36 bilhões

A projeção do Banco Médio (BC) para o saldo das contas externas deste ano teve melhora. A vaticínio de déficit para as transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e fainas e transferências de foro do Brasil com outros países, passou de US$ 45 bilhões para US$ 36 bilhões.Contas externas devem ter deficit de US 36 bilhoesContas externas devem ter deficit de US 36 bilhoes

As informações são do Relatório de Inflação(*36*), gazeta trimestral do BC, sabido nesta quinta-feira (28). “Espera-se, tanto para o ano corrente como para o seguinte, um cenário favorável, caracterizado por robustos superávits na balança comercial, déficits baixos na conta de transações correntes e entradas líquidas de investimento direto no país (IDP) em valor superior ao déficit em conta corrente”.

A atenuação do déficit projetado vem, mormente, da melhora do saldo mercantil, de R$ 54 bilhões para R$ 68 bilhões, com acrescento do valia das exportações, de US$ 335 bilhões para US$ 341 bilhões, e atenuação do valia das importações de US$ 281 bilhões para US$ 273 bilhões.

A revisão na projeção de valia exportado no ano reflete mormente o maior massa embarcado de produtos básicos, mormente petróleo e minério de ferro. Os embarques esperados para o ano de commodities agrícolas, uma vez que soja e milho, igualmente subiram defronte da colheita recorde de grãos. “A projeção considera ainda volume exportado ligeiramente menor do que anteriormente esperado para o ano no tocante aos produtos manufaturados e semimanufaturados, incorporando dados mais recentes da balança comercial”, explicou o BC.

Já nas importações, a revisão incorpora recuo mais acentuado dos preços, mormente para bens intermediários e bens de consumo duráveis. O massa importado, igualmente revisado negativamente, incorpora a desaceleração da recobramento em bens intermediários, acolá de comedimento nas importações de combustíveis, resultando em maior retração das importações totais em lista ao ano anterior.

O déficit esperado da cômputo de fainas foi alimentado em US$ 36 bilhões, inferior do registrado em 2022, de US$ 40 bilhões. “A ligeira redução nos déficits das subcontas de transporte e viagens tem sido compensada pelo aumento dos gastos com outros serviços, como aluguel de equipamentos. Além disso, a inclusão das despesas com jogos e apostas favorece o aumento do déficit dessa conta”, diz o relatório.

Para a cômputo de foro primária, a projeção de déficit foi revisada para superior, com ascendentes despesas líquidas com juros e, mormente, lucros e dividendos, que devem compensar a marco do ano anterior, a maior em 10 anos.

“A nova projeção incorpora desempenho mais forte que o esperado de setores como agropecuária e indústria extrativa, além de queda nas receitas com investimentos no exterior. A projeção de gastos líquidos com juros, também majorada, reflete perspectiva de aumento em comparação a 2022 em razão dos maiores patamares das taxas básicas de juros nos países desenvolvidos”, explicou o BC.

Assim, a vaticínio no déficit em foro primária passou de US$ 63 bilhões para US$ 69 bilhões. Normalmente, essa cômputo é deficitária, já que há mais investimentos(*36*) de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para salvo do nação – do que de brasileiros no exterior.

Investimento ádvena

Na cômputo financeira, segundo o BC, apesar do preâmbulo de ano áspero, continuando a predisposição do ano pretérito, dados mais recentes incorporados à projeção ficaram inferior do esperado. Assim, a estimativa de IDP em 2023 foi reduzida de US$ 75 bilhões para US$ 65 bilhões, equivalente a 3% do Resultado Interior Ríspido (PIB, a adição dos bens e fainas produzidos no nação).

“No entanto, espera-se redução nas amortizações de empréstimos intercompanhia, que podem ter sido favorecidas pelas receitas advindas do comércio internacional de bens no primeiro semestre”, acrescentou o BC.

Quando o nação registra saldo negativo em transações correntes, precisa revestir o déficit com investimentos(*36*) ou empréstimos no exterior. A melhor formato de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor prolífero e costumam ser investimentos(*36*) de comprido prazo.

Para os investimentos(*36*) em secretária, a projeção foi revisada de imparcialidade para entradas líquidas de US$ 10 bilhões. “Além do saldo positivo concentrado em títulos, observado no ano até julho, a revisão em relação ao relatório anterior [de junho] reflete melhora no ambiente para emissões de títulos no exterior, com redução da incerteza fiscal, resiliência maior que a esperada da atividade doméstica e estoque reduzido de títulos emitidos em moeda estrangeira, em relação ao pré-pandemia”, explicou o BC.

Presságio para 2024

Pela primeira turno, o BC apresentou a vaticínio para 2024 para as contas externas do nação, de US$ 37 bilhões.

As projeções consideram antecipação nas exportações maior do que nas importações em lista a nascente ano, com perspectiva de loja hodierno recorde de saldo mercantil, US$ 71 bilhões.

“A redução correspondente no déficit em transações correntes, no entanto, deve ser compensada por aumento no déficit de serviços [US$ 40 bilhões], enquanto as despesas de renda primária devem ser ligeiramente menores [US$ 68 bilhões]”, explicou o BC.

O IDP deve sobrecarregar US$ 75 bilhões, equivalente a 3,2% do PIB, “convergindo para patamar compatível com o pré-pandemia, em termos percentuais do PIB”. Para os investimentos(*36*) em secretária, esperam-se novas entradas líquidas, em magnitude afim a deste ano, de US$ 10 bilhões.



Com informações da
Agência Brasil (*36*)

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