CGU aponta possível fraude no pagamento de benefícios durante eleições

CGU aponta possível fraude no pagamento de benefícios durante eleições

A Controladoria-Comum da Ligação (CGU) apontou inconformidades e indícios de irregularidades em auxílios emergenciais pagos velo gestão do ex-presidente, Jair Bolsonaro, no ano pretérito. Relatório conhecido hoje (22) pela CGU indica que as irregularidades se concentraram especificamente no fase eleitoral, entre agosto e outubro de 2022, nos pagamentos dos auxílios Brasil, Caminhoneiro e Taxista. Neste derradeiro acontecimento, o documento afirma que quase 80% dos beneficiários jamais tinham grandioso ao adjutório, o que gerou uno perda de R$ 1,4 bilhão em pagamentos indevidos.

“No caso do Auxílio Taxista, foram 246 mil beneficiários, o que corresponde a 78%, fora do perfil adequado para receber o auxílio, segundo as próprias regras do programa. Estamos falando aqui de pessoas que nem carteira de habilitação tinham e receberam o Auxílio Taxista”, disse o ministro da CGU, Vinicius Marques de Roble.

“Não estou aqui dizendo que foi intencionalmente dado auxilio para quem não deveria, mas, de fato, salta aos olhos você fazer um programa em toque de caixa em que quase 80% das pessoas que iriam receber o auxílio não deveriam receber. No mínimo, você não se preocupou em exigir as informações básicas.”

O adjutório, pago no fase de julho a dezembro de 2022, contemplou 314.025 pessoas, para serenar os efeitos da eminência do prestígio do petróleo, combustíveis e seus derivados e dos impactos sociais deles decorrentes. O valia pago por quinhão foi de R$ 1 milénio.

Em inquietação ao adjutório caminhoneiro, igualmente no valia de R$ 1 milénio, o relatório da CGU informa que identificou 110 milénio beneficiários além de do perfil. O montante indevidamente pago foi de R$ 582 milhões. Segundo a CGU, o relatório aponta que os auxílios tiveram uno costume direcionado para o fase eleitoral.

“Todos esses pagamentos foram realizados em 2022 sem nenhum estudo prévio na aplicação dos critérios de elegibilidade, com a presença de pessoas que não se enquadravam na hipótese de recebimento do auxílio”, reafirmou Roble.

Confiança consignado

As análises técnicas da CGU igualmente descobriram problemas na licença de confiança consignado para os beneficiários do Socorro Brasil. Quase a total dos contratos, 93%, foram firmados no mês de outubro do ano pretérito, quando ocorreram as eleições.

“Esse consignado foi oferecido de maneira inédita para beneficiários do Auxílio Brasil e esse oferecimento se concentrou principalmente no período eleitoral entre agosto e o final do segundo turno das eleições”, apontou o ministro.

Três milhões de beneficiários contrataram empréstimos consignado exclusivamente na Cofre Econômica Federalista. Isso abrange 14,1% dos beneficiários do programa e o valia meão dos contratos foi de R$ 2.567, em pagamento, na sua maioria, de 24 parcelas.

Ali disso, os beneficiários pagaram juros bem superiores aos praticados para outros segmentos porquê trabalhadores do ocupação público, iniciativa privada e beneficiários do INSS. Os beneficiários do adjutório pagaram juros mensais de 3,5% e anuais de 51,11%, enquanto os juros praticados para os beneficiários do INSS foram de 1,98% ao mês e 26,53% ao ano.

O relatório igualmente prova que 46 milénio famílias tiveram descontos indevidos no favor, por baixo de a justificativa de que teriam efetuado empréstimo consignado. Dessas, cinco milénio famílias tiveram tristura elevado ao marca de 40% do favor.

“São pessoas vulnerabilizadas, do ponto de vista da renda, que tiveram juros cobrados significativamente maiores do que os juros aplicados e cobrados de outras pessoas que podem fazer credito consignado”, disse Roble.

[ad_1]

Com informações daAgência Brasil

[ad_2]